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COORDENAÇÃO-GERAL DO SISTEMA NACIONAL DE TRANSPLANTES/DAE/SAS/MS







 

  Centrais Estaduais

Centrais de Notificação, Capacitação e Distribuição de Órgãos - CNCDO's

As Centrais de Notificação, Captação e Distribuição de Órgãos (CNCDOs) são criadas a partir da Lei nº 9434 e regulamentadas pelo decreto nº 2268. São unidades executivas das atividades do Sistema Nacional de Transplantes, incumbindo-lhes diversas atividades previstas no decreto.

Existem, até o momento, 24 centrais estaduais, localizadas nos seguintes estados brasileiros:

Mapa de localização das Centrais Estaduais
Lista completa das Centrais e OPO's

 

Além das centrais estaduais, existem 8 centrais regionais, localizadas nos estados do Paraná e Minas Gerais. O Estado de São Paulo optou por delegar as tarefas relativas a captação de órgãos a 10 hospitais públicos universitários, denominados de OPO's - Organização de Procura de Órgãos.   

        Como funcionam as Centrais de Transplantes:

        1. O receptor preenche uma ficha e faz exames para determinar suas características sangüíneas, da estatura física e antigênicas (o caso dos rins); 

        2. Os dados são organizados em um programa de computador. A ordem cronológica é usada principalmente como critério de desempate; 

        3. Quando aparece um órgão, ele é submetido a exames e os resultados são enviados para o computador; 

        4. O programa faz o cruzamento entre os dados de doador e receptor e apresenta dez opções mais compatíveis com o órgão; 

        5. Os dez pacientes não são identificados pelo nome para evitar favorecimento. Só suas iniciais e números são mostrados. Nesta etapa, todos os profissionais da central têm acesso ao cadastro; 

        6. O laboratório refaz vários exames e realiza outros novos com material armazenado desse receptor. Nesse momento, o receptor ainda não é comunicado; 

        7. A nova bateria de exames aponta o receptor mais compatível. Nessa etapa, o acesso ao cadastro fica restrito à chefia da central; 

        8. O médico do receptor é contatado para responder sobre o estado de saúde do receptor. Se ele estiver em boas condições, é o candidato a receber o novo órgão. Se não estiver bem de saúde, o processo recomeça; 

        9. O receptor é contatado e decide se deseja o transplante e em que hospital fará a cirurgia.

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