CONSULTA PÚBLICA Nº 02 DE 30 DE SETEMBRO DE 2004

 

O Secretário de Atenção à Saúde, no uso de suas atribuições,

Considerando a necessidade de desenvolver e implementar  os “Registros Brasileiros em Cardiologia e Cirurgia Cardíaca e Vascular”, instrumento fundamental de avaliação, controle e gestão dos procedimentos de alta complexidade cardiovascular, que visa a melhoria da qualidade da atenção à saúde da cardiovascular no Brasil;

Considerando que a implementação dos registros foi estabelecida na Portaria nº 1.169/GM, de 15 de junho de 2004 – Política Nacional de Atenção Cardiovascular de Alta Complexidade;

Considerando que os formulários dos registros foram desenvolvidos a partir de repetidas reuniões com as sociedades científicas interessadas, resolve:

 

Art. 1º - Submeter à Consulta Pública a minuta do conteúdo da “Registros Brasileiros em Cardiologia e Cirurgia Cardíaca e Vascular”, constante do Anexo deste ato.

 

Art. 2º - Estabelecer o prazo de 30 (trinta) dias, a contar da data da publicação desta Consulta, para que sejam apresentadas sugestões, devidamente fundamentadas, relativas à proposta de que trata o Artigo 1º.

Parágrafo Único – As sugestões deverão ser encaminhadas para o endereço – Departamento de Atenção Especializada – Coordenação-Geral de Alta Complexidade Ambulatorial - CGACA – Ministério da Saúde, Esplanada dos Ministérios – Bloco G – sala 925 – CEP 70.058-900 – Brasília – DF.

 

Art. 3º - Determinar ao Departamento de Atenção Especializada, por intermédio da Coordenação-Geral de Alta Complexidade Ambulatorial,  que avalie as proposições apresentadas, elaborando a versão final consolidada da minuta ora submetida à Consulta Pública, para que, findo o prazo estabelecido, possam ser realizados os procedimentos para implementação dos referidos registros.

Art. 4º - Esta Consulta entra em vigor na data de sua publicação.

 

JORGE SOLLA

Secretário

ANEXO

REGISTROS BRASILEIROS EM CARDIOLOGIA E CIRURGIA CARDÍACA E VASCULAR


Os registros supracitados serão formulários eletrônicos de preenchimento obrigatório para os procedimentos cardiovasculares de alta complexidade descritos na Portaria SAS nº 210 de 15.06.04 e seus anexos. O objetivo da iniciativa é obter conhecimento epidemiológico dos procedimentos realizados no país, permitir a tecnovigilância e auxiliar na gestão e no planejamento estratégico da Política Nacional de Atenção Cardiovascular de Alta Complexidade.

Os modelos de Registro abaixo listados foram desenvolvidos pelo Ministério da Saúde, com a colaboração com as seguintes sociedades científicas:

• Sociedade Brasileira de Cirurgia Cardiovascular
• Sociedade Brasileira de Cardiologia – Departamento de Arritmia e Eletrofisiologia Clínica Sociedade Brasileira de Hemodinâmica e Cardiologia Intervencionista
• Sociedade Brasileira de Angiologia e Cirurgia Vascular
• Sociedade Brasileira de Radiologia Intervencionista e Cirurgia Endovascular.

Cada Registro foi dividido em 5 módulos: 1.Identificação, 2.Dados clínicos e fatores de risco, 3.Procedimento, 4.Próteses e 5.Evolução hospitalar. Nos textos abaixo, não houve preocupação com o Lay-out, mas sim com a estruturação dos campos, listados sucessivamente da como no exemplo.

Exemplo:

Diabetes: Não, Sim (dieta), Sim (HO), Sim (insulina)
História de DM ou uso de medicação (STS)
 
Campo: Opções, separada por vírgulas
Definições utilizadas (Fonte da informação, como a Sociedade de Ciruriga do tórax norte americana – STS ou o Euroscore - ES )

O modelo do registro é definido pelo código do procedimento, estando previstos seis registros maiores: 

• Registro Brasileiro de Cirurgia Cardiovascular
• Registro Brasileiro de Marcapasso, Desfibrilador e Ressincronizador Cardíacos
• Registro Brasileiro de Cirurgia Vascular
• Registro Brasileiro de Procedimentos da Cardiologia Intervencionista
• Registro Brasileiro de Procedimentos Endovasculares Extracardíacos
• Registro Brasileiro de Procedimentos em Eletrofisiologia

Entretanto, algumas especialidades optaram pela subdivisão dos registros quando os procedimentos comuns a cada um deles mostravam diferenças técnicas ou clínicas signficativas, como, por exemplo, a cirurgia vascular da doença da artéria renal e dos aneurismas de aorta. Nas páginas seguintes, estão os registros disponíveis no momento. O “Registro Brasileiro de Marcapasso, Desfibrilador e Ressincronizador Cardíacos” já está vigente. Registros específicos de cardiologia intervencionista ou intervenção vascular extracardíaca serão colocados em consulta pública quando pertinente.

 

REGISTRO BRASILEIRO DE CIRURGIA CARDÍACA

 

1. IDENTIFICAÇÃO

 

Nome: __________________________________________________

Cartão nacional de saúde do paciente: _________________________

AIH: ____________________________________________________

Gênero: _________________________________________________

Data de nascimento: ___________ / __________ / _______________

CNES: __________________________________________________

Cartão nacional de saúde do médico: __________________________

CPF do médico: ___________________________________________

CID: ____________________________________________________

CID secundários: __________________________________________

Data do procedimento: ________ / ___________ / _______________

Código do procedimento: ___________________________________

 

2. DADOS CLÍNICOS E FATORES DE RISCO

 

Peso (kg):  _______________________________________________

Altura (cm) : _____________________________________________

 

Tabagismo:

Nunca, Prévio > 1mes, Atual (STS)

Diabetes:

Não, Sim (dieta), Sim (HO), Sim (insulina)

 

História de DM ou uso de medicação (STS)

Hipertensão arterial:

Não, sim

 

História de HAS ou PA > 140/90  ou uso de medicação (STS)

Creatinina:

[último valor pré-op]

Diálise:

Não, Sim

Disf. Neurológica:

Não, Sim

 

Aquela que afeta deambulação ou atividades diárias (ES)

Endocardite:

Não, Sim (tratada), Sim (ativa) (ES/STS)

 

Sim se há: (1) hemoculturas positivas, ou (2) vegetações, ou (3) história documentada de EI. É ativa se em uso de antibióticos.

Doença crônica pulmonar:

Não, Sim (ES)

 

Sim se necessita de uso crônico de esteróide ou broncodilatador .

Doença vascular periférica:

Não, Sim (ES)

 

Sim para qualquer dos seguintes: 1. claudicação, ou 2. oclusão carotídea ou estenose > 50%, ou 3. intervenção previa

ou planejada na aorta abdominal, nas artérias de membros ou nas carótidas. (ES)

Cirurgia cardíaca prévia: 0

= nenhuma, 1 = CRVM, 2 = Valvar, 3 = Congênita, 4 = Combinada, 5 = Diversas, 6

= Outra CC com CEC, 7 = Outra CC sem CEC (STS adaptado)

Número de cirurgias cardíacas prévias nas quais foi necessário abrir pericárdio:

0 = não, 1, 2, 3, ... (ES)

Número de angioplastias coronarianas prévias:

0 = não, 1, 2, 3,

Estado pré-operatório crítico:

Não, Sim (ES)

 

Sim para qualquer dos seguintes: taquicardia ou fibrilação ventricular ou morte súbita abortada; massagem cardíaca pré-operatória, ventilação pré

-operatória antes de chegar até a sala anestésica, suporte inotrópico pré-operatório, balão de contra-pulsação

aórtico ou insuficiência renal aguda preoperatória (anúria ou oligúria < 10 ml/h) . (ES)

Infarto prévio recente:

Não, Sim (recente < 90 dias)(ES)

Ruptura septal pós IAM:

Não, Sim (ES)

Classe funcional para angina CCS:

0 a 4 (STS)

Canadian Cardiovascular Society Classification (CCS). Esta classificação representa o nível de situação funcional relacionada a freqüência e intensidade da angina. A classe CCS não necessariamente representa a mesma classe funcional de ICC para o mesmo período de avaliação. Codifique a mais alta classe que levou ao episódio de hospitalização e/ou intervenção:

0 = Sem angina.

I = Atividade física ordinária, como caminhar ou subir escadas, não provoca angina, que pode ocorrer com exercício extenuante, rápido ou prolongado no trabalho ou durante recreação.

II = Há leve limitação à atividade habitual. Angina pode ocorrer com atividade moderada como caminhar; subir escadas rapidamente; subir morro; caminhar ou subir escadas após refeições ou no frio, no vento ou sob estresse emocional; caminhar mais que dois blocos no plano; ou subir mais que um lance de escadas em passo normal em circunstâncias normais.

III = Há limitação significativa da atividade física habitual. Angina pode ocorrer após caminhar um ou dois blocos no plano ou ao subir um lance de escadas em passo normal em circunstâncias normais.

IV = Inabilidade de realizar qualquer atividade física sem desconforto. Pode ocorrer angina em repouso.

 

Angina instável de repouso:

Não, Sim (ES)

 

Angina de repouso que requer nitrato EV até a sala de cirurgia

Disfunção ventricular esquerda:

Não, moderada, grave (ES)

 

Moderada se qualitativamente moderada ou FEVE 30-50%

Grave se qualitativamente grave ou FEVE < 30%

Classe funcional NYHA:

1 a 4 (STS)

 

Classe funcional da New York Heart Association (NYHA): representa a classificação funcional global do paciente em relação tanto a insuficiência cardíaca como a  angina. Codifique a mais alta classe que levou ao episódio de hospitalização e/ou intervenção:

Classe I = Pacientes com doença cardíaca mas sem limitações resultantes da atividade física. A atividade física habitual não causa fadiga, palpitação, dispnéia ou dor anginosa.

Class II = Pacientes com doença cardíaca resultando em limitação leve da atividade física. Pacientes confortáveis em repouso. A atividade física habitual resulta em fadiga, palpitação, dispnéia ou dor anginosa.

Class III = Pacientes com doença cardíaca resultando em limitação leve da atividade física. Pacientes confortáveis em repouso. A atividade física menor que a habitual resulta em fadiga, palpitação, dispnéia ou dor anginosa.

Class IV = Pacientes com doença cardíaca resultando em incapacidade de realizar qualquer atividade física sem desconforto. Sintomas de insuficiência cardíaca ou de síndrome anginosa podem estar presentes mesmo em repouso. Se qualquer atividade física é realizada, o desconforto aumenta.

 

Hipertensão pulmonar:

Não, Sim, Não estudado (ES)

 

Hipertensão pulmonar se PAP sistólica > 60 mmHg

Numero de coronárias doentes:

0 a 3 (STS)

 

Número de sistemas coronarianos nativos (descendente anterior - DA, circunflexa – Cx e direita) com lesão > 50% em

qualquer projeção angiográfica; tronco de coronária esquerda conta como  dois sistemas arteriais (DA e Cx).

Lesão de tronco de coronária esquerda > 50%: Não, Sim (STS)

 

Lesão > 50% no tronco de coronária esquerda

Valvopatia aórtica:

Não, Estenose, Insuficiência, Estenose + Insuficiência (STS)

 

Estenose ou insuficiência moderada ou grave

Valvopatia mitral:

Não, Estenose, Insuficiência, Estenose + Insuficiência (STS)

 

Estenose ou insuficiência moderada ou grave

Valvopatia tricúspide:

Não, Estenose, Insuficiência, Estenose + Insuficiência (STS)

 

Estenose ou insuficiência moderada ou grave

3. PROCEDIMENTO

 

Estado do procedimento: Eletiva, urgência, emergência, salvamento (STS)

 

Eletiva: paciente estável por dias a semanas antes da cirurgia; procedimento pode ser adiado sem aumento do risco

Urgência: Não é eletivo, não é emergência e deve ser feito na mesma internação para reduzir riscos. Motivos incluem (dor torácica em agravamento ou súbita, IAM > 24h, ICC, anatomia coronariana desfavorável, balão IA ou angina instável com nitrato EV).

Emergência: Disfunção isquêmica (isquemia em andamento incluindo angina de repouso apesar de terapia máxima ou IAM em evolução até 24h antes da cirurgia ou edema pulmonar requerendo entubação) ou mecânica (choque com ou sem suporte circulatório).

Emergência de salvamento: PCR a caminho da sala cirúrgica ou antes da indução anestésica.

 

Intervenção antecipada: Não, Sim (ES)

 

Procedimento precisa ser feito antes da manhã seguinte (ES)

 

É novo procedimento relacionado a primeira operação na mesma internação? Não, sim

 

Revascularização miocárdica:

Não, Sim (Caso Sim, preencher BOX A)

Cirurgia valvar

Não, Sim (Caso Sim, preencher BOX B)

Cirurgia de c.congênita:

Não, Sim (Caso Sim, preencher BOX C)

Outro procedimento:

Não, Sim (até 5 campos)

 

Cardíacos

Ressecção de Estenose Sub-aórtica

Trauma Cardíaco

Marcapasso Permanente

Cardioversor/Desfibrilador Permanente

Outro Procedimento Cardíaco

Dissecção Aórtica

Correção da Delaminação

Endoprótese

Troca da Aorta Ascendente

Reconstr Raiz Aortica c/ Tubo Valvulado

Reconstr Raiz Aórtica com Tubo (Valva Preservada)

Outra Correção

Aneurisma da Aorta

Endoprótese

Ressecção sem Implate de Tubo

Reconstr Raiz Aortica c/ Tubo Valvulado

Reconstr Raiz Aórtica com Tubo (Valva Preservada)

Troca da Aorta Ascendente

Troca do Arco Aórtico

Troca da Aorta Descendente

Outras

Transplante

Ortotópico

Heterotópico

Cárdio-Pulmonar

Não Cardíacos

Endarterectomia de Carótida

Outra operação vascular

Outra operação torácica

 

Suporte circulatório:

Balão Intra-aórtico, bomba centrífuga, ventrículo artificial, ECMO, outro.

Tempo total de procedimento:

__ __ : __ __

 

Via de acesso:

Incisão Clássica

Esternotomia Mediana

Toracotomia Lateral

Outra

Mini-incisão

Estenotomia Parcial

Subxifoidea

Minitoracotomia

 

Conversão para incisão clássica: Não, Sim

 

CEC:

Não, CEC planejada, CEC por conversão

 

Se CEC diferente de Não

Tipo de CEC:

convencional, com parada circulatória total

Tempo de clampeamento de aorta:

____ ____ ____ minutos

Tempo de CEC:

____ ____ ____ minutos

Tempo de parada circulatória total:

____ ____ ____ minutos

 

Proteção miocárdica:  Não, pinçamento intermitente, cardioplegia

 

A. Revascularização miocárdica

 

Enxertos utilizados:

Mamária E, Mamária D, Radial, Outro arterial, Veia safena.

Números de enxertos arteriais:

______________________

Números de enxertos venosos:

______________________

Outros procedimentos:

Endarterectomia, Aneurisma de VE, Fechamento de CIV, Trombectomia, Infartectomia, Revasc Transmiocárdica com laser, Outro.

 

B. Cirurgia valvar

 

Tipo de Correção

Realizada

Prótese Implantada

Prótese Explantada

Marca da prot. Implantada

Aórtica

 

 

 

 

Mitral

 

 

 

 

Tricúspide

 

 

 

 

Pulmonar

 

 

 

 

 

Tipo de correção

Valva Aórtica

Não Realizada

Exploração da valva apenas

Comissurotomia apenas

Descalcificação

Plástica / Reconstrução

Re-suspensão da Valva Aórtica

Troca sem ampliação do anel

Troca com ampliação do anel

Outra Técnica

Valva Mitral

Não Realizado

Exploração da valva apenas

Anuloplastia apenas

Comissurotomia apenas

Plástica / Reconstrução  s/ Anuloplastia

Plástica / Reconstrução c/  Anuloplastia

Troca

Outra Técnica

Valva Tricúspide

Não Realizado

Anuloplastia

Troca

Valvulectomia Parcial

Valvulectomia Total

Outra Técnica

Valva Pulmonar

Não Realizado

Reconstrução / Comissurotomia

Troca

Outra Técnica

 

Substitutos Valvares Implantados e Removidos

 

Q01

Biológica

Q02

Mecânica

Q03

Homoenxerto

Q04

Autoenxerto

Q05

Anel

Q06

Outro Substituto

 

Próteses Valvares: tabela anexa

 

C. Cirurgia de cardiopatia congênita

Anormalidades não-cardíacas: [ 4 campos]

Fatores de risco pré-operatórios: [ 4 campos]

Diagnóstico: [lista curta de diagnósticos]

Procedimento: [lista de procedimentos em card. congênita]

Diagnóstico pré-natal:

Não, sim

 

Anormalidades não-cardíacas

Fatores de risco pré-operatórios

Asplenia

Suporte mecânico Pré-operatório (ECMO, Balão intra-aórtico, Ventrículo artificial)

Poliesplenia

Bloqueio atrioventricular completo pré-operatório

Síndrome de Down

Arritmia pré-opertaória

Síndrome de Turner

Choque pré-operatório

Síndrome de DiGeorge

Acidose pré-operatória

Síndrome de Williams Beuren

Crise hipertensiva pulmonar pré-operatória (Pressão pulmonar > pressão sistêmica)

Síndrome de Alagille (agenesia de ductos intra-hepáticos)

Suporte ventilatório mecânico pré-operatório

Deleção 22q11

Traqueostomia pré-operatória

Outra anormalidade cromossômica / sindrômica

Insuficiência renal pré-operatória (creatinina >2)

Rubéola

Insuficiência renal pré-operatória com necessidade de diálise

Síndrome de Marfan

Sangramento pré-operatório

Outra anormalidade preoperatória não cardíaca

Endocardite pré-operatória

 

Septicemia pré-operatória

 

Déficit neurológico pré-operatório

 

Convulsões pré-operatórias

 

Outro fator de risco pré-operatório

4. PRÓTESES, ÓRTESES E MATERIAIS ESPECIAIS.

 

Acoplado ao campo de procedimento; cada prótese deve conter as informações abaixo, acoplado ao banco de dados da ANVISA.

 

Nome do fabricante:

Nome comercial do produto.

No. de Registro na ANVISA / MS.

 

No. de Lote / Série.

 

     

 

5. EVOLUÇÃO HOSPITALAR

 

Recebeu hemotransfusão:

Não, Sim

Necessária re-entubação:

Não, Sim

Reoperação:

Não, Sangramento, Disfunção Valvar, Oclusão de Enxerto, Obstrução de drenagem venosa

sistêmica, Obstrução de drenagem venosa pulmonar, esterno aberto, Outros Problemas Cardíacos, Outros Problemas não Cardíacos

Infecção:

Não, endocardite, mediastinite, infecção da ferida torácica,

infecção da perna, septicemia, infecção do trato urinário, outra infecção

 

Endocardite pós-operatória

 

Mediastinite: infecção esternal profunda envolvendo músculo, ossos e/ou mediatino requerendo intervenção operatória. Requer

abertura operatória da ferida cirúrgica com os 3 critérios seguintes: 1.excisão do tecido ou

exploração do mediatino; 2.cultura positiva; e 3.tratamento com antibiótico.

 

Infecção da ferida torácica: infecção envolvendo o local de toracotomia , com uma das 3 condições: 1 abertura da ferida

com excisão do tecido; 2.culturas positivas e 3.tratamento com antibiótico.

 

Infecção da perna: envolvendo sítio de excisão venosa, precisando de uma das 3 condições: 1 abertura da ferida

com excisão do tecido; 2.culturas positivas e 3.tratamento com antibiótico.

 

Septicemia: requer hemocultura positiva

 

Infecção do trato urinário: requer urocultura positiva

 

Complicação neurológica: Não, AVC, isquemia transitória, coma contínuo >= 24h, novo eventos convulsivos no pós-operatório.

 

AVC: deficit neurológico central pós-op > 72h

 

Isquemia transitória: reversão < 72h

 

Coma pós-operatório durando >= 24 horas 2o. a encefalopatia anóxica/isquêmica e/ou

metabólica ou a evento tromboembólico ou sangramento cerebral

 

Complicação pulmonar:

Não, ventilação prolongada, embolia pulmonar, pneumonia, quilotórax, lesão de nervo frênico/paralisia diafragmática,

lesão de nervo laríngeo recorrente/paralisia de corda vocal.

 

Ventilação prolongada: > 24h pos-op

 

Embolia pulmonar: por cintilografia, TC ou angiograma

 

Pneumonia: cultura positiva do escarro, fluido traqueal ou lavado bronquial  e/ou achados clínicos

compatíveis com pneumonia. Pode incluir infiltrado pulmonar na radiografia de tórax.

 

Complicação renal:

Não, Insuficiência renal sem nova necessidade de diálise, Insuficiência renal com nova necessidade de diálise.

 

Insuficiência renal: aumento da creatinina > 2 ou 2x a última creatinina ou nova necessidade de diálise.

 

Complicação vascular:

Não, dissecção aórtica, dissecção ilíaca/femoral, isquemia aguda do membro.

IAM peroperatório:

Não, Sim

 

IAM peroperatório < 24h: aumento das enzimas (CKMB) > 5x valor de referência, com ou sem nova onda q. Se > 24h: um dos seguintes – 1.alteração

evolutiva do segmento ST, 2.nova q em duas derivações contíguas, 3.BRE novo ou presumivelmente novo ou 4. CKMB > 3x valor de referência

Bloqueio AV:

Não, Sim.

 

Qualquer bloqueio AV que necessite de marcapasso definitivo antes da alta.

Parada cardíaca:

Não, Sim.

 

Fibrilação ventricular, TV com instabilidade hemodinâmica ou assistolia.

Tamponamento cardíaco:

Não, Sim.

 

Fluido no espaço pericárdico comprometendo o enchimento cardíaco documentado ao ecocardiograma ou por hipotensão por compressão cardíaca.

Fibrilação atrial:

Não, Sim.

 

Nova FA ou flutter  iniciado no pos-op necessitando de tratamento. Não inclui recorrência de FA pré-operatória.

Insuficiência de múltiplos órgãos:

Não, Sim.

 

Comprometimento de dois ou mais órgãos maiores.

Complicação gastro-intestinal:

Não, Sangramento GI, pancretatite, colecistite, isquemia mesentérica ou outras.

 

Sangramento GI que requer transfusão; pancreatite com lipase e amilase  anormais requerendo sonda naso

gástrica; colecistite requerendo colesistectomia ou drenagem; isquemia mesentérica requerendo exploração.

Condição de alta:

Alta para residência, alta para outro hospital, óbito na sala cirúrgica, óbito na terapia intensiva pós-operatória, óbito na unidade de internação.

 


REGISTRO BRASILEIRO DE CARDIOLOGIA INTERVENCIONISTA – A REVASCULARIZAÇÃO PERCUTÂNEA CORONÁRIA

 

1. IDENTIFICAÇÃO

 

Nome: __________________________________________________

Cartão nacional de saúde do paciente: _________________________

AIH: ____________________________________________________

Gênero: _________________________________________________

Data de nascimento: ________ / __________ / __________________

CNES: __________________________________________________

Cartão nacional de saúde do médico:___________________________

CPF do médico: ___________________________________________

CID: ____________________________________________________

CIDs secundários: _________________________________________

Data do procedimento: __________ / ____________ / ____________

Código do procedimento: ___________________________________

 

2. DADOS CLÍNICOS E FATORES DE RISCO

 

Peso (kg): ________________________________________________

Altura (cm) :______________________________________________

Tabagismo:

Nunca, Prévio > 1mes, Atual (STS)

Diabetes:

Não, Sim (dieta), Sim (HO), Sim (insulina)

 

História de DM ou uso de medicação (STS)

Hipertensão arterial:

Não, sim

 

História de HAS ou PA > 140/90  ou uso de medicação (STS)

 

História familiar D.Coronariana: Não, Sim

 

 

Qualquer parente consangüíneo de 1o. grau (pais, irmãos ou filhos) com doença coronariana definida (angina,CRVM,

angioplastia), infarto do miocárdio ou morte súbita de causa indefinida antes de 55 anos

Creatinina:

[último valor pré-op]

Diálise:

Não, Sim

CRVM prévia:

Não, Sim

 

Número de angioplastias coronarianas prévias: 0 = não, 1, 2, 3,

Com Stents:

Não, sim

Evolução após última intervenção:

Re-estenose , progressão.

Infarto antigo:

Não, Sim recente < 90 dias, Sim, tardio >= 90 dias (ES)

Classe funcional para angina CCS:

0 a 4 (STS)

 

Canadian Cardiovascular Society Classification (CCS). Esta classificação representa o nível de situação funcional relacionada a freqüência e intensidade da angina. A classe CCS não necessariamente representa a mesma classe funcional de ICC para o mesmo período de avaliação. Codifique a mais alta classe que levou ao episódio de hospitalização e/ou intervenção:

0 = Sem angina.

I = Atividade física ordinária, como caminhar ou subir escadas, não provoca angina, que pode ocorrer com exercício extenuante, rápido ou prolongado no trabalho ou durante recreação.

II = Há leve limitação à atividade habitual. Angina pode ocorrer com atividade moderada como caminhar; subir escadas rapidamente; subir morro; caminhar ou subir escadas após refeições ou no frio, no vento ou sob estresse emocional; caminhar mais que dois blocos no plano; ou subir mais que um lance de escadas em passo normal em circunstâncias normais.

III = Há limitação significativa da atividade física habitual. Angina pode ocorrer após caminhar um ou dois blocos no plano ou ao subir um lance de escadas em passo normal em circunstâncias normais.

IV = Inabilidade de realizar qualquer atividade física sem desconforto. Pode ocorrer angina em repouso.

 

Teste funcional anormal:

Não, Sim, Não realizado

Síndrome coronariana aguda:

Não, Sim

Timi score:

 

Infarto do miocárdio em fase aguda:

Não, Sim

Classe Killip I a IV:

 

Angioplastia primária: Não, Sim

Tempo porta-balão (minutos):

 

Angioplastia facilitada: Não, Sim

Tempo dor ATC (minutos):

 

Angioplastia eletiva: Não, Sim

Tempo dor ATC (dias):

 

Angioplastia de resgate: Não, Sim

Tempo dor ATC (horas):

 

 

Trombolítico prévio: Não, TPA, SK, TNK.

 

Disfunção ventricular esquerda moderada a grave:  Não, moderada, grave (ES)

 

 

Moderada se qualitativamente moderada ou FEVE 30-50%

Grave se qualitativamente grave ou FEVE < 30%

Classe funcional NYHA:

1 a 4 (STS)

Classe funcional da New York Heart Association  (NYHA): representa a classificação funcional global do paciente em relação tanto a insuficiência cardíaca como a  angina. Codifique a mais alta classe que levou ao episódio de hospitalização e/ou intervenção:

Classe I = Pacientes com doença cardíaca mas sem limitações resultantes da atividade física. A atividade física habitual não causa fadiga, palpitação, dispnéia ou dor anginosa.

Class II = Pacientes com doença cardíaca resultando em limitação leve da atividade física. Pacientes confortáveis em repouso. A atividade física habitual resulta em fadiga, palpitação, dispnéia ou dor anginosa.

Class III = Pacientes com doença cardíaca resultando em limitação leve da atividade física. Pacientes confortáveis em repouso. A atividade física menor que a habitual resulta em fadiga, palpitação, dispnéia ou dor anginosa.

Class IV = Pacientes com doença cardíaca resultando em incapacidade de realizar qualquer atividade física sem desconforto. Sintomas de insuficiência cardíaca ou de síndrome anginosa podem estar presentes mesmo em repouso. Se qualquer atividade física é realizada, o desconforto aumenta.

 

Numero de coronárias doentes: 1 a 3 (STS)

 

 

Número de sistemas coronarianos nativos (descendente anterior - DA, circunflexa – Cx e direita ou seus ramos) com lesão > 50% em

qualquer projeção angiográfica; tronco de coronária esquerda conta como  dois sistemas arteriais (DA e Cx). Uni, bi ou triarterial

 

Lesão de tronco de coronária esquerda > 50%: Não, Sim (STS)

 

 

Lesão > 50% no tronco de coronária esquerda

 

Circulação colateral:

0 = não, 1 a 4

 

3. PROCEDIMENTO

 

Estado do procedimento: Eletiva, urgência, emergência, salvamento (STS)

 

 

Eletiva: paciente estável por dias a semanas antes da cirurgia; procedimento pode ser adiado sem aumento do risco

Urgência: Não é eletivo, não é emergência e deve ser feito na mesma internação para reduzir riscos. Motivos incluem (dor torácica em agravamento ou súbita, IAM > 24h, ICC,

anatomia coronariana desfavorável, balão IA ou angina instável com nitrato EV).

Emergência: Disfunção isquêmica (isquemia em andamento incluindo angina de repouso apesar de terapia máxima ou IAM em evolução até 24h

antes da cirurgia ou edema pulmonar requerendo entubação) ou mecânica (choque com ou sem suporte circulatório).

 

É novo procedimento relacionado a primeira intervenção na mesma internação? Não, sim

 

Via de acesso:

Femoral, braquial, radial

 

Medicação adjunta:

AAS

Não, sim

Ticlopidina

Não, sim

Clopidogrel

Não, sim

Heparina NF

Não, sim

HBPM

Não, sim

Tirofiban

Não, sim

Tirofiban

Não, sim

 

Monitorização por USIC:

Não, sim

Lesões tratadas com stent:

_________________________

Lesões tratadas com angioplastia:

_____________________

 

Lesão tratada

 

Vaso (mapa):

Diâmetro:

Bifurcação:

Lesão > 20 mm: Não, sim

Calcificação: Não, sim

Trombo: Não, sim

Grau de estenose pré (%):

Grau de estenose pós (%):

Timi pré (0 a 3):

Timi pós (0 a 3):

Procedimento: Stent, angioplastia

Kissing: não, baloon, wire

Resultado: sucesso, insucesso não ultrapassou a lesão, i. ultrapassou e não dilatou, Oclusão aguda

 

Vaso (mapa):

Diâmetro:

Bifurcação:

Lesão > 20 mm: Não, sim

Calcificação: Não, sim

Trombo: Não, sim

Grau de estenose pré (%):

Grau de estenose pós (%):

Timi pré (0 a 3):

Timi pós (0 a 3):

Procedimento: Stent, angioplastia

Kissing: não, baloon, wire

Resultado: sucesso, insucesso não ultrapassou a lesão, i. ultrapassou e não dilatou, Oclusão aguda

 

Vaso (mapa):

Diâmetro:

Bifurcação:

Lesão > 20 mm: Não, sim

Calcificação: Não, sim

Trombo: Não, sim

Grau de estenose pré (%):

Grau de estenose pós (%):

Timi pré (0 a 3):

Timi pós (0 a 3):

Procedimento: Stent, angioplastia

Kissing: não, baloon, wire

Resultado: sucesso, insucesso não ultrapassou a lesão, i. ultrapassou e não dilatou, Oclusão aguda

 

Vaso (mapa):

Diâmetro:

Bifurcação:

Lesão > 20 mm: Não, sim

Calcificação: Não, sim

Trombo: Não, sim

Grau de estenose pré (%):

Grau de estenose pós (%):

Timi pré (0 a 3):

Timi pós (0 a 3):

Procedimento: Stent, angioplastia

Kissing: não, baloon, wire

Resultado: sucesso, insucesso não ultrapassou a lesão, i. ultrapassou e não dilatou, Oclusão aguda

 

4. PRÓTESES, ÓRTESES E MATERIAIS ESPECIAIS

 

Acoplado ao campo de procedimento; cada prótese deve conter as informações abaixo, acoplado ao banco de dados da ANVISA

 

Nome do fabricante:

Nome comercial do produto.

No. de Registro na ANVISA / MS.

No. de Lote / Série.

 

5. EVOLUÇÃO HOSPITALAR

 

Sucesso clínico:

Não, sim

Complicações relacionadas ao acesso vascular:

Não, menor, maior

 

Maior se houver queda da Hb > 5 g/dl, necessidade de intervenção ou transfusão ou hematoma > 5 cm

 

Complicações relacionadas ao vaso tratado

Oclusão aguda:

Não, sim

 

Tratamento da oclusão aguda: clínico, redilatação, cirurgia de emergência, cirurgia eletiva

 

Complicações sistêmicas

 

Acidente vascular cerebral: Não, Isquêmico, Hemorrágico

 

Complicação renal: Não, Insuficiência renal sem nova necessidade de diálise, Insuficiência renal com nova necessidade de diálise.

 

 

Insuficiência renal: aumento da creatinina > 2 ou 2x a última creatinina ou nova necessidade de diálise.

 

IAM:

Não, Sim com q, Sim sem q

Parada cardíaca perprocedimento:

Não, Sim.

 

 

Fibrilação ventricular, TV com instabilidade hemodinâmica ou assistolia.

 

Tamponamento cardíaco: Não, Sim.

 

 

Fluido no espaço pericárdico comprometendo o enchimento cardíaco documentado ao

ecocardiograma ou por hipotensão por compressão cardíaca.

 

Dias de internação:

________ / ________ / ____________

 

Condição de alta:

Alta para residência, alta para outro hospital, óbito na sala, óbito na terapia intensiva, óbito na unidade de internação.

Motivo do óbito:

Cardíaco, Não cardíaco.

 


REGISTRO BRASILEIRO DE PROCEDIMENTOS ENDOVASCULARES EXTRACARDÍACOS - A

DOENÇA OBSTRUTIVA ARTERIAL PERIFÉRICA

 

1. IDENTIFICAÇÃO

 

Nome: __________________________________________________

Cartão nacional de saúde do paciente: _________________________

AIH: ____________________________________________________

Gênero: _________________________________________________

Data de nascimento: ___________ / __________ / _______________

CNES: __________________________________________________

Cartão nacional de saúde do médico: __________________________

CPF do médico: ___________________________________________

CID: ____________________________________________________

CIDs secundários: _________________________________________

Data do procedimento: _____________________________________

Código do procedimento: ___________________________________

 

2. DADOS CLÍNICOS E FATORES DE RISCO

 

Peso (kg): ________________________________________________

Altura (cm): ______________________________________________

 

Tabagismo:

Não, Prévio > 1mes, Atual (STS)

Diabetes:

Não, Sim (dieta), Sim (HO), Sim (insulina)

 

História de DM ou uso de medicação (STS)

Hipertensão arterial:

Não, sim

 

História de HAS ou PA > 140/90  ou uso de medicação (STS)

História familiar D.Coronariana: Não, Sim

 

 

Qualquer parente consangüíneo de 1o. grau (pais, irmãos ou filhos) com doença coronariana definida (angina,CRVM,

angioplastia), infarto do miocárdio ou morte súbita de causa indefinida antes de 55 anos

 

Creatinina:

[último valor pré-op]

Diálise:

Não, Sim

Doença crônica pulmonar:

Não, Sim (ES)

 

Sim se necessita de uso crônico de esteróide ou broncodilatador

Doença arterial coronariana: Não, Sim

 

 

CRVM, angioplastia, angina ou infarto do miocárdio prévio ou lesão coronariana > 50%

Indicação:

Assintomático, claudicação intermitentte, dor em repouso, lesão trófica sem infecção, lesão trófica com infecção.

Etiologia:

aterosclerose, fibrodisplasia, arterites, hiperplasia miointimal, pós-radioterapia, outra.

PA sistólica braço:

________  _______  ______

PA sistólica tornozelo D: _ _ _

PA sistólica tornozelo E: _ _ _

Índice tornozelo-braço D: _ _ _

Índice tornozelo-braço E: _ _ _

 

3. PROCEDIMENTO

 

Estado do procedimento: Eletiva, urgência, emergência

 

 

Eletiva: paciente estável por dias a semanas antes da cirurgia; procedimento pode ser adiado sem aumento do risco

Urgência: Não é eletivo, não é emergência e deve ser feito na mesma internação para reduzir riscos.

Emergência: deve ser feita em tempo < 12 h ou antes da manhã seguinte

 

É novo procedimento relacionado a primeira intervenção na mesma internação? Não, sim

 

Medicação adjunta:

AAS

Não, sim

Ticlopidina

Não, sim

Clopidogrel

Não, sim

Heparina NF

Não, sim

HBPM

Não, sim

Tirofiban

Não, sim

Reopro

Não, sim

Estreptoquinase

Não, sim

TPA

Não, sim

 

Lesão tratada

 

Vaso (mapa):

Diâmetro do vaso:

Extensão da lesão:

Calcificação: Não, sim

Trombo: Não, sim

Grau de estenose pré (%):

Grau de estenose pós (%):

Resultado: sucesso, insucesso não ultrapassou a lesão, i. ultrapassou e não dilatou, oclusão aguda, dissecção

 

Vaso (mapa):

Diâmetro:

Extensão da lesão:

Calcificação: Não, sim

Trombo: Não, sim

Grau de estenose pré (%):

Grau de estenose pós (%):

Resultado: sucesso, insucesso não ultrapassou a lesão, i. ultrapassou e não dilatou, oclusão aguda, dissecção

 

4. PRÓTESES, ÓRTESES E MATERIAIS ESPECIAIS

 

Acoplado ao campo de procedimento; cada prótese deve conter as informações abaixo, acoplado ao banco de dados da ANVISA

 

Nome do fabricante:

Nome comercial do produto.

No. de Registro na ANVISA / MS.

No. de Lote / Série.

 

5. EVOLUÇÃO HOSPITALAR

 

Sucesso clínico:

Não, sim

PA sistólica braço pós: _ _ _

 

PA sistólica tornozelo D pós: _ _ _

PA sistólica tornozelo E pós:__  __ __

Índice tornozelo-braço D pós: _ _ _

Índice tornozelo-braço E pós: _ _ _

 

Complicações relacionadas ao acesso vascular:

Não, menor, maior

 

Maior se houver queda da Hb > 5 g/dl, necessidade de intervenção ou transfusão ou hematoma > 5 cm

 

Complicações relacionadas ao vaso tratado

Oclusão aguda:

Não, sim

 

Tratamento da oclusão aguda: clínico, redilatação, cirurgia de emergência, cirurgia eletiva

 

Rotura do vaso:

Não, sim

Embolia distal:

Não, sim

Infecção da prótese:

Não, sim

Síndrome compartimental:

Não, sim

Lesão neurológica do membro: Não, reversível, irreversível

 

Complicações sistêmicas

 

Acidente vascular cerebral: Não, Isquêmico, Hemorrágico

 

Complicação renal: Não, Insuficiência renal sem nova necessidade de diálise, Insuficiência renal com nova necessidade de diálise.

 

 

Insuficiência renal: aumento da creatinina > 2 ou 2x a última creatinina ou nova necessidade de diálise.

 

IAM:

Não, Sim com q, Sim sem q

Tromboembolismo:

Não, TVP, Embolia pulmonar

Infecção sistêmica:

Não, sim

Outra complicação

Não, Sim

Dias de internação:

________ / ______ / __________

Condição de alta:

Alta para residência, alta para outro hospital, óbito na sala, óbito na terapia intensiva, óbito na unidade de internação.

 


REGISTRO BRASILEIRO DE PROCEDIMENTOS ENDOVASCULARES EXTRACARDÍACOS - B

DOENÇA DA ARTÉRIA RENAL

 

1. IDENTIFICAÇÃO

 

Nome: __________________________________________________

Cartão nacional de saúde do paciente: _________________________

AIH: ____________________________________________________

Gênero: _________________________________________________

Data de nascimento: _________ / _________ / __________________

CNES: __________________________________________________

Cartão nacional de saúde do médico: __________________________

CPF do médico: ___________________________________________

CID: ____________________________________________________

CIDs secundários: _________________________________________

Data do procedimento: _____________________________________

Código do procedimento: ___________________________________

 

2. DADOS CLÍNICOS E FATORES DE RISCO

 

Peso (kg): ________________________________________________

Altura (cm): ______________________________________________

Tabagismo:

Não, Prévio > 1mes, Atual (STS)

Diabetes:

Não, Sim (dieta), Sim (HO), Sim (insulina)

 

História de DM ou uso de medicação (STS)

 

Hipertensão arterial:

Não, sim

 

História de HAS ou PA > 140/90  ou uso de medicação (STS)

 

História familiar D.Coronariana: Não, Sim

 

 

Qualquer parente consangüíneo de 1o. grau (pais, irmãos ou filhos) com doença coronariana definida (angina,CRVM,

angioplastia), infarto do miocárdio ou morte súbita de causa indefinida antes de 55 anos.

 

Creatinina:

[último valor pré-op]

Diálise:

Não, Sim

Doença crônica pulmonar:

Não, Sim (ES)

 

 

Sim se necessita de uso crônico de esteróide ou broncodilatador .

 

Doença arterial coronariana: Não, Sim

 

 

CRVM, angioplastia, angina ou infarto do miocárdio prévio ou lesão coronariana > 50%

 

Indicação:

Deterioração da função renal (>20% 6 meses), HAS de difícil controle, edema aguda de pulmão, sem manifestações clínicas

Etiologia:

aterosclerose, fibrodisplasia, arterites, hiperplasia miointimal, dissecção, pós-radioterapia, pós-transplante renal, outra.

 

3. PROCEDIMENTO

 

É novo procedimento relacionado a primeira intervenção na mesma internação? Não, sim

 

Medicação adjunta:

AAS

Não, sim

Ticlopidina

Não, sim

Clopidogrel

Não, sim

Heparina NF

Não, sim

HBPM

Não, sim

Tirofiban

Não, sim

Reopro

Não, sim

Estreptoquinase

Não, sim

TPA

Não, sim

 

Lesão tratada

Vaso (a.renal): D e E

Local: ostial (até 5 mm), não-ostial diâmetro:

Bifurcação:

Calcificação: Não, sim

Trombo: Não, sim

Grau de estenose pré (%):

Grau de estenose pós (%):

Resultado: sucesso, insucesso não ultrapassou a lesão, i. ultrapassou e não dilatou, oclusão aguda, dissecção

Procedimento: Stent, angioplastia

Dispositivo proteção: Não, sim

         

 

Vaso (a.renal): D e E

Local: ostial (até 5 mm), não-ostial    diâmetro:

Bifurcação:

Calcificação: Não, sim

Trombo: Não, sim

Grau de estenose pré (%):

Grau de estenose pós (%):

Resultado: sucesso, insucesso não ultrapassou a lesão, i. ultrapassou e não dilatou, oclusão aguda, dissecção

Procedimento: Stent, angioplastia

Dispositivo proteção: Não, sim

 

4. PRÓTESES, ÓRTESES E MATERIAIS ESPECIAIS

 

Acoplado ao campo de procedimento; cada prótese deve conter as informações abaixo, acoplado ao banco de dados da ANVISA

 

Nome do fabricante:

Nome comercial do produto.

No. de Registro na ANVISA / MS.

No. de Lote / Série.

 

5. EVOLUÇÃO HOSPITALAR

 

Sucesso clínico:

Não, sim

 

Complicações relacionadas ao acesso vascular:

Não, menor, maior

 

Maior se houver queda da Hb > 5 g/dl, necessidade de intervenção ou transfusão ou hematoma > 5 cm

 

Complicações relacionadas ao vaso tratado

Oclusão aguda:

Não, sim

 

Tratamento da oclusão aguda: clínico, redilatação, cirurgia de emergência, cirurgia eletiva

 

Rotura do vaso:

Não, sim

Hematoma peri-renal:

Não, sim

Embolia distal:

Não, sim

 

Complicações sistêmicas

 

Acidente vascular cerebral: Não, Isquêmico, Hemorrágico

 

Complicação renal: Não, Insuficiência renal sem nova necessidade de diálise, Insuficiência renal com nova necessidade de diálise.

 

 

Insuficiência renal: aumento da creatinina > 2 ou 2x a última creatinina ou nova necessidade de diálise.

 

IAM:

Não, Sim com q, Sim sem q

 

Tromboembolismo: Não, TVP, Embolia pulmonar

 

Outra complicação

Não, Sim

 

Dias de internação:

________ / _______ / _________

 

Condição de alta:

Alta para residência, alta para outro hospital, óbito na sala, óbito na terapia intensiva, óbito na unidade de internação.

 


REGISTRO BRASILEIRO DE PROCEDIMENTOS ENDOVASCULARES EXTRACARDÍACOS - C

DOENÇA CEREBROVASCULAR

 

1. IDENTIFICAÇÃO

 

Nome: __________________________________________________

Cartão nacional de saúde do paciente: _________________________

AIH: ____________________________________________________

Gênero: _________________________________________________

Data de nascimento: _______________________________________

CNES: __________________________________________________

Cartão nacional de saúde do médico: __________________________

CPF do médico: ___________________________________________

CID: ____________________________________________________

CIDs secundários: _________________________________________

Data do procedimento: __________ / ___________ / _____________

Código do procedimento: ___________________________________

 

2. DADOS CLÍNICOS E FATORES DE RISCO

 

Peso (kg): ________________________________________________

Altura (cm): ______________________________________________

 

Tabagismo:

Não, Prévio > 1mes, Atual (STS)

Diabetes:

Não, Sim (dieta), Sim (HO), Sim (insulina)

 

História de DM ou uso de medicação (STS)

Hipertensão arterial:

Não, sim

 

História de HAS ou PA > 140/90  ou uso de medicação (STS)

 

História familiar D.Coronariana: Não, Sim

 

 

Qualquer parente consangüíneo de 1o. grau (pais, irmãos ou filhos) com doença coronariana definida (angina,CRVM,

angioplastia), infarto do miocárdio ou morte súbita de causa indefinida antes de 55 anos

 

Creatinina:

[último valor pré-op]

Diálise:

Não, Sim

 

 

 

Doença crônica pulmonar:

Não, Sim (ES)

 

 

Sim se necessita de uso crônico de esteróide ou broncodilatador

 

Doença arterial coronariana:

Não, Sim

 

 

CRVM, angioplastia, angina ou infarto do miocárdio prévio ou lesão coronariana > 50%

 

Indicação:

assintomático, AIT, AVC, sínd. Roubo da subclávia

 

Etiologia:

aterosclerose, fibrodisplasia, arterites, hiperplasia miointimal, dissecção, pós-radioterapia, outra.

 

3. PROCEDIMENTO

 

É novo procedimento relacionado a primeira intervenção na mesma internação? Não, sim

 

Medicação adjunta:

AAS

Não, sim

Ticlopidina

Não, sim

Clopidogrel

Não, sim

Heparina NF

Não, sim

HBPM

Não, sim

Tirofiban

Não, sim

Reopro

Não, sim

Estreptoquinase

Não, sim

TPA

Não, sim

Vasodilatador

Não, sim

 

Lesão tratada

 

Vaso (mapa):

Local: ostial (até 5 mm), não-ostial

Diâmetro vaso:

Extensão:

Trombo: Não, sim

Calcificação: Não, sim

Ulceração: Não, Sim

Grau de estenose pré (%):

Grau de estenose pós (%):

Resultado: sucesso, insucesso não ultrapassou a lesão, i. ultrapassou e não dilatou, oclusão aguda, dissecção

Procedimento: Stent, angioplastia

Dispositivo proteção: Não, sim

       

 

Vaso (mapa):

Local: ostial (até 5 mm), não-ostial

Diâmetro vaso:

Extensão:

Trombo: Não, sim

Calcificação: Não, sim

Ulceração: Não, Sim

Grau de estenose pré (%):

Grau de estenose pós (%):

Resultado: sucesso, insucesso não ultrapassou a lesão, i. ultrapassou e não dilatou, oclusão aguda, dissecção

Procedimento: Stent, angioplastia

Dispositivo proteção: Não, sim

       

 

Vaso: tronco braquiocefálico, carótida comum E e D, bulbo carotídeo/carótica comum bifurcação E e D, carótida interna E e D, vertebrais E e D, subclávia E e D.

 

4. PRÓTESES, ÓRTESES E MATERIAIS ESPECIAIS

 

Acoplado ao campo de procedimento; cada prótese deve conter as informações abaixo, acoplado ao banco de dados da ANVISA

 

Nome do fabricante:

Nome comercial do produto.

No. de Registro na ANVISA / MS.

 

No. de Lote / Série.

 

 

5. EVOLUÇÃO HOSPITALAR

 

Sucesso clínico:

Não, sim

 

Complicações relacionadas ao vaso tratado

 

Oclusão aguda:

Não, sim

 

Tratamento da oclusão aguda: clínico, redilatação, cirurgia de emergência, cirurgia eletiva

 

Rotura do vaso:

Não, sim

Embolia distal:

Não, sim

 

Acidente vascular cerebral: Não, Isquêmico, Hemorrágico

 

Complicações sistêmicas

 

Complicação renal: Não, Insuficiência renal sem nova necessidade de diálise, Insuficiência renal com nova necessidade de diálise.

 

 

Insuficiência renal: aumento da creatinina > 2 ou 2x a última creatinina ou nova necessidade de diálise.

 

IAM:

Não, Sim com q, Sim sem q

 

Tromboembolismo

Não, TVP, Embolia pulmonar

 

Outra complicação

Não, Sim

 

Dias de internação:

______ / _____ / ___________

 

Condição de alta:

Alta para residência, alta para outro hospital, óbito na sala, óbito na terapia intensiva, óbito na unidade de internação.

REGISTRO BRASILEIRO DE PROCEDIMENTOS ENDOVASCULARES EXTRACARDÍACOS - D

ANEURISMA DE AORTA

 

1. IDENTIFICAÇÃO

 

Nome: __________________________________________________

Cartão nacional de saúde do paciente: _________________________

AIH: ____________________________________________________

Gênero: _________________________________________________

Data de nascimento: _________ / ___________ / ________________

CNES: __________________________________________________

Cartão nacional de saúde do médico: __________________________

CPF do médico: ___________________________________________

CID: ____________________________________________________

CIDs secundários: _________________________________________

Data do procedimento: _____________________________________

Código do procedimento: ___________________________________

 

2. DADOS CLÍNICOS E FATORES DE RISCO

 

Peso (kg): ________________________________________________

Altura (cm): ______________________________________________

 

Tabagismo:

Não, Prévio > 1mes, Atual (STS)

 

Diabetes:

Não, Sim (dieta), Sim (HO), Sim (insulina)

 

 

História de DM ou uso de medicação (STS)

 

Hipertensão arterial:

Não, sim

 

 

História de HAS ou PA > 140/90  ou uso de medicação (STS)

 

História familiar D.Coronariana:

Não, Sim

 

 

Qualquer parente consangüíneo de 1o. grau (pais, irmãos ou filhos) com doença coronariana definida (angina,CRVM,

angioplastia), infarto do miocárdio ou morte súbita de causa indefinida antes de 55 anos.

 

Creatinina:

[último valor pré-op]

 

Diálise:

Não, Sim

 

Doença crônica pulmonar:

Não, Sim (ES)

 

 

Sim se necessita de uso crônico de esteróide ou broncodilatador

 

Doença arterial coronariana:

Não, Sim

 

 

CRVM, angioplastia, angina ou infarto do miocárdio prévio ou lesão coronariana > 50%

 

Indicação:

aneurisma assintomático, aneurisma sintomático e aneurisma roto; dissecção aguda, dissecção crônica, úlcera, trauma.

 

Etiologia:

aterosclerose, arterites, síndrome de Marfan, sífilis, dissecção, outra.

 

3. PROCEDIMENTO

 

É novo procedimento relacionado a primeira intervenção na mesma internação? Não, sim

 

Medicação adjunta:

AAS

Não, sim

Ticlopidina

Não, sim

Clopidogrel

Não, sim

Heparina NF

Não, sim

HBPM

Não, sim

Tirofiban

Não, sim

Reopro

Não, sim

Estreptoquinase

Não, sim

TPA

Não, sim

 

Local: torácico, abdominal, ilíaco

Diâmetro colo:

Diâmetro aneurisma:

Extensão colo:

Extensão aneurisma:

Angulação do colo:

forma: cônica ou não cônica

Calcificação: Não, sim

Trombo no colo: Não, sim

Diâmetro a.ilíaca D:

Diâmetro a.ilíaca D:

Angulação da ilíaca:

 

4. PRÓTESES, ÓRTESES E MATERIAIS ESPECIAIS

 

Acoplado ao campo de procedimento; cada prótese deve conter as informações abaixo, acoplado ao banco de dados da ANVISA

 

Nome do fabricante:

Nome comercial do produto

No. de Registro na ANVISA / MS.

No. de Lote / Série.

 

5. EVOLUÇÃO HOSPITALAR

 

Sucesso clínico:

Não, sim

 

Complicações relacionadas ao acesso vascular:

Não, menor, maior

 

 

Maior se houver queda da Hb > 5 g/dl, necessidade de intervenção ou transfusão ou hematoma > 5 cm

 

Complicações relacionadas ao vaso tratado

 

Oclusão arterial:

Não, ilíaca interna, subclávia, a. renal,

 

Tratamento da oclusão aguda: clínico, redilatação, cirurgia de emergência, cirurgia eletiva

 

Rotura do vaso:

Não, sim

 

Embolia distal:

Não, sim

 

Vazamento:

0=Não, 1 a 4

 

Conversão para cirurgia:

Não, sim

 

Migração prótese:

Não, sim

 

Paraplegia:

Não, sim

 

Isquemia membros:

Não, sim

 

Complicações sistêmicas

 

Acidente vascular cerebral:

Não, Isquêmico, Hemorrágico

 

Complicação renal: Não, Insuficiência renal sem nova necessidade de diálise, Insuficiência renal com nova necessidade de diálise.

 

 

Insuficiência renal: aumento da creatinina > 2 ou 2x a última creatinina ou nova necessidade de diálise.

 

IAM:

Não, Sim com q, Sim sem q

 

Tromboembolismo:

Não, TVP, Embolia pulmonar

 

Outra complicação

Não, Sim

 

Dias de internação:

_______ / _______ / ________

 

Condição de alta:

Alta para residência, alta para outro hospital, óbito na sala, óbito na terapia intensiva, óbito na unidade de internação.

 


REGISTRO BRASILEIRO DE CIRURGIA VASCULAR - A

DOENÇA OBSTRUTIVA ARTERIAL PERIFÉRICA

 

1. IDENTIFICAÇÃO

 

Nome: __________________________________________________

Cartão nacional de saúde do paciente: _________________________

AIH: ____________________________________________________

Gênero: _________________________________________________

Data de nascimento: _________ / ____________ / _______________

CNES: __________________________________________________

Cartão nacional de saúde do médico: __________________________

CPF do médico: ___________________________________________

CID: ____________________________________________________

CIDs secundários: _________________________________________

Data do procedimento: ________ / __________ / ________________

Código do procedimento: ___________________________________

 

2. DADOS CLÍNICOS E FATORES DE RISCO

 

Peso (kg): ________________________________________________

Altura (cm): ______________________________________________

 

Tabagismo:

Não, Prévio > 1mes, Atual (STS)

 

Diabetes:

Não, Sim (dieta), Sim (HO), Sim (insulina)

 

 

História de DM ou uso de medicação (STS)

 

Hipertensão arterial:

Não, sim

 

 

História de HAS ou PA > 140/90  ou uso de medicação (STS)

 

História familiar D.Coronariana:

Não, Sim

 

 

Qualquer parente consangüíneo de 1o. grau (pais, irmãos ou filhos) com doença coronariana definida (angina,CRVM,

angioplastia), infarto do miocárdio ou morte súbita de causa indefinida antes de 55 anos.

 

Creatinina:

[último valor pré-op]

 

Diálise:

Não, Sim

 

Doença crônica pulmonar:

Não, Sim (ES)

 

 

Sim se necessita de uso crônico de esteróide ou broncodilatador

 

Doença arterial coronariana:

Não, Sim

 

 

CRVM, angioplastia, angina ou infarto do miocárdio prévio ou lesão coronariana > 50%

 

Indicação:

Assintomático, claudicação intermitentte, dor em repouso, lesão trófica sem infecção, lesão

trófica com infecção, Complicações em endopróteses.

 

Etiologia:

aterosclerose, fibrodisplasia, arterites, hiperplasia miointimal, pós-radioterapia, outra.

 

PA sistólica braço: _ _ _

 

PA sistólica tornozelo D: _ _ _

PA sistólica tornozelo E: _ _ _

Índice tornozelo-braço D: _ _ _

Índice tornozelo-braço E: _ _ _

 

3. PROCEDIMENTO

 

Estado do procedimento: Eletiva, urgência, emergência

 

 

Eletiva: paciente estável por dias a semanas antes da cirurgia; procedimento pode ser adiado sem aumento do risco

Urgência: Não é eletivo, não é emergência e deve ser feito na mesma internação para reduzir riscos.

Emergência: deve ser feita em tempo < 12 h ou antes daamanhã seguinte

 

É novo procedimento relacionado a primeira intervenção na mesma internação? Não, sim

 

Medicação adjunta:

AAS

Não, sim

Ticlopidina

Não, sim

Clopidogrel

Não, sim

Heparina NF

Não, sim

HBPM

Não, sim

 

Lesão tratada

 

Tipo de cirurgia:

derivação, interposição de enxerto, endarterectomia, outra

Tipo de enxerto:

não se aplica, venoso autólogo, arterial autólogo, Dacron, PTFE, composto (venoso + Dacron),

composto (venoso + PTFE), veia homóloga, outro

Sítio da endarcterectomia:

Lado: D, E, Ambos

Anatomose proximal:

Lado: D, E, Ambos

Anatomose distal:

Lado: D, E, Ambos

 

Tipo de cirurgia:

derivação, interposição de enxerto, endarterectomia, outra

Tipo de enxerto:

não se aplica, venoso autólogo, arterial autólogo, Dacron, PTFE, composto (venoso + Dacron),

composto (venoso + PTFE), veia homóloga, outro

Sítio da endarcterectomia:

Lado: D, E, Ambos

Anatomose proximal:

Lado: D, E, Ambos

Anatomose distal:

Lado: D, E, Ambos

 

Tipo de cirurgia:

derivação, interposição de enxerto, endarterectomia, outra

Tipo de enxerto:

não se aplica, venoso autólogo, arterial autólogo, Dacron, PTFE,

composto (venoso + Dacron), composto (venoso + PTFE), veia homóloga, outro

Sítio da endarcterectomia:

Lado: D, E, Ambos

Anatomose proximal:

Lado: D, E, Ambos

Anatomose distal:

Lado: D, E, Ambos

 

Outros procedimentos associados: ___  +  ___  +  ___

 

Endarterectomia:

Anastomose

Outros procedimentos:

Não se aplica

Não se aplica

Amputação a nível dos dedos

Aorta torácica

Aorta torácica

Amputação transmetatarsiana

Aorta Abdominal

Aorta abdominal supra-renal

Amputação transtársica

Ilíaca comum

Aorta abdominal infra-renal

Amputação de Syme

Ilíaca externa

Ilíaca comum

Amputação transtibial

Femoral comum

Ilíaca externa

Amputação transfemoral

Femoral superficial

Femoral comum

Amputação no antebraço

Femoral profunda

Femoral profunda

Amputação no braço

Renal

Femoral superficial

Drenagem torácica unilateral

Mesentérica

poplítea acima de joelho

Drenagem torácica bilateral

Poplítea

Poplítea abaixo de joelho

Fasciotomia

Artéria inominada

Tronco tibio-fibular

Debridamento

Subclávia

Tibial posterior

Simpatectomia lombar

Axilar

Tibial anterior

Simpatectomia tóraco/cervical

Braquial

Fibular

Enterectomia com ou sem colostomia

Outros

Pediosa

Nefrectomia

 

Tarsal/plantar

Outros

 

Subclávia

 

 

Axilar

 

 

Braquial

 

 

Radial

 

 

Ulnar

 

 

Renal

 

 

Outras

 

 

4. PRÓTESES, ÓRTESES E MATERIAIS ESPECIAIS

 

Acoplado ao campo de procedimento; cada prótese deve conter as informações abaixo, acoplado ao banco de dados da ANVISA

 

Nome do fabricante:

Nome comercial do produto.

No. de Registro na ANVISA / MS.

No. de Lote / Série.

 

5. EVOLUÇÃO HOSPITALAR

 

Sucesso clínico:

Não, sim

PA sistólica braço pós: _ _ _

 

PA sistólica tornozelo D pós: _ _ _

PA sistólica tornozelo E pós: _ _ _

Índice tornozelo-braço D pós: _ _ _

Índice tornozelo-braço E pós: _ _ _

Complicações:

Não, sim

 

Complicações relacionadas ao vaso tratado

 

Oclusão aguda:

Não, sim

 

Tratamento da oclusão aguda: clínico, dilatação, cirurgia de emergência, cirurgia eletiva

 

Embolia distal:

Não, sim

 

Infecção:

Não, no sítio da lesão, na anastomose proximal, na anastomose distal, no trajeto do

enxerto, em toda a extensão do enxerto

 

Síndrome compartimental:

Não, sim

 

Lesão neurológica do membro:

Não, reversível, irreversível

 

Complicações sistêmicas

 

Acidente vascular cerebral:

Não, Isquêmico, Hemorrágico

 

Complicação renal:

Não, Insuficiência renal sem nova necessidade de diálise, Insuficiência renal com nova necessidade de diálise.

 

 

Insuficiência renal: aumento da creatinina > 2 ou 2x a última creatinina ou nova necessidade de diálise.

 

IAM:

Não, Sim com q, Sim sem q

 

Tromboembolismo:

Não, TVP, Embolia pulmonar

 

Infecção em outro sítio:

Não, sim

 

Complicação hematológica:

Não sangramento excessivo, coagulopatia, CIVD, outra

 

Outra complicação

Não, Sim

 

Dias de internação:

_______ / ________ / ________

 

Condição de alta:

Alta para residência, alta para outro hospital, óbito na sala, óbito na terapia intensiva, óbito na unidade de internação.

 


REGISTRO BRASILEIRO DE CIRURGIA VASCULAR - B

DOENÇA DA ARTÉRIA RENAL

 

1. IDENTIFICAÇÃO

 

Nome: __________________________________________________

Cartão nacional de saúde do paciente: _________________________

AIH: ____________________________________________________

Gênero: _________________________________________________

Data de nascimento: _______________________________________

CNES: __________________________________________________

Cartão nacional de saúde do médico: __________________________

CPF do médico: ___________________________________________

CID: ____________________________________________________

CIDs secundários: _________________________________________

Data do procedimento: _____________________________________

Código do procedimento: ___________________________________

 

2. DADOS CLÍNICOS E FATORES DE RISCO

 

Peso (kg): ________________________________________________

Altura (cm): ______________________________________________

Tabagismo:

Não, Prévio > 1mes, Atual (STS)

Diabetes:

Não, Sim (dieta), Sim (HO), Sim (insulina)

 

 

História de DM ou uso de medicação (STS)

 

Hipertensão arterial:

Não, sim

 

 

História de HAS ou PA > 140/90  ou uso de medicação (STS)

 

História familiar D.Coronariana:

Não, Sim

 

 

Qualquer parente consangüíneo de 1o. grau (pais, irmãos ou filhos) com doença coronariana definida (angina,CRVM,

angioplastia), infarto do miocárdio ou morte súbita de causa indefinida antes de 55 anos

 

Creatinina:

[último valor pré-op]

 

Diálise:

Não, Sim

 

Doença crônica pulmonar:

Não, Sim (ES)

 

 

Sim se necessita de uso crônico de esteróide ou broncodilatador

 

Doença arterial coronariana:

Não, Sim

 

 

CRVM, angioplastia, angina ou infarto do miocárdio prévio ou lesão coronariana > 50%

 

Indicação:

Deterioração da função renal (>20% 6 meses), HAS de difícil controle, edema aguda de

pulmão, Complicações em endopróteses, sem manifestações clínicas

 

Etiologia:

aterosclerose, fibrodisplasia, arterites, hiperplasia miointimal, dissecção, pós-radioterapia, pós-transplante renal, outra.

 

3. PROCEDIMENTO

 

Estado do procedimento: Eletiva, urgência, emergência

 

 

Eletiva: paciente estável por dias a semanas antes da cirurgia; procedimento pode ser adiado sem aumento do risco

Urgência: Não é eletivo, não é emergência e deve ser feito na mesma internação para reduzir riscos.

Emergência: deve ser feita em tempo < 12 h ou antes daamanhã seguinte

 

 

É novo procedimento relacionado a primeira intervenção na mesma internação? Não, sim

 

Medicação adjunta:

AAS

Não, sim

Ticlopidina

Não, sim

Clopidogrel

Não, sim

Heparina NF

Não, sim

HBPM

Não, sim

 

Lesão tratada

 

Vaso (a.renal): D e E

 

Tipo de cirurgia:

derivação, interposição de enxerto, endarterectomia, auto-enxerto, nefrectomia, outra

Tipo de enxerto:

não se aplica, venoso autólogo, arterial autólogo, Dacron, PTFE,

composto (venoso + Dacron), composto (venoso + PTFE), veia homóloga, outro

 

Vaso (a.renal): D e E

 

Tipo de cirurgia:

derivação, interposição de enxerto, endarterectomia, auto-enxerto, nefrectomia, outra

Tipo de enxerto:

não se aplica, venoso autólogo, arterial autólogo, Dacron, PTFE,

composto (venoso + Dacron), composto (venoso + PTFE), veia homóloga, outro

 

4. PRÓTESES, ÓRTESES E MATERIAIS ESPECIAIS

 

Acoplado ao campo de procedimento; cada prótese deve conter as informações abaixo, acoplado ao banco de dados da ANVISA

 

Nome do fabricante:

Nome comercial do produto.

No. de Registro na ANVISA / MS.

No. de Lote / Série.

5. EVOLUÇÃO HOSPITALAR

 

Sucesso clínico:

Não, sim

 

Complicações:

Não, sim

 

Complicações relacionadas ao vaso tratado

 

Oclusão aguda:

Não, sim

 

Tratamento da oclusão aguda: clínico, dilatação, cirurgia de emergência, cirurgia eletiva

 

Hematoma peri-renal:

Não, sim

 

Embolia distal:

Não, sim

 

Complicações sistêmicas

 

Acidente vascular cerebral:

Não, Isquêmico, Hemorrágico

 

Complicação renal:

Não, Insuficiência renal sem nova necessidade de diálise, Insuficiência renal com nova necessidade de diálise.

 

 

Insuficiência renal: aumento da creatinina > 2 ou 2x a última creatinina ou nova necessidade de diálise.

 

IAM:

Não, Sim com q, Sim sem q

 

Tromboembolismo:

Não, TVP, Embolia pulmonar

 

Infecção em outro sítio:

Não, sim

 

Complicação hematológica:

Não, sangramento excessivo, coagulopatia, CIVD, outra

 

Outra complicação

Não, Sim

 

Dias de internação:

_______ / _______ / ________

 

Condição de alta:

Alta para residência, alta para outro hospital, óbito na sala, óbito na terapia intensiva, óbito na unidade de internação.

 


REGISTRO BRASILEIRO DE CIRURGIA VASCULAR - C

DOENÇA CEREBROVASCULAR

 

1. IDENTIFICAÇÃO

 

Nome: __________________________________________________

Cartão nacional de saúde do paciente: _________________________

AIH: ____________________________________________________

Gênero: _________________________________________________

Data de nascimento: _________ / ____________ / _______________

CNES: __________________________________________________

Cartão nacional de saúde do médico: __________________________

CPF do médico: ___________________________________________

CID: ____________________________________________________

CIDs secundários: _________________________________________

Data do procedimento: _____________________________________

Código do procedimento: ___________________________________

 

2. DADOS CLÍNICOS E FATORES DE RISCO

 

Peso (kg): ________________________________________________

Altura (cm) :  _____________________________________________

Tabagismo:

Não, Prévio > 1mes, Atual (STS)

 

Diabetes:

Não, Sim (dieta), Sim (HO), Sim (insulina)

 

 

História de DM ou uso de medicação (STS)

 

Hipertensão arterial:

Não, sim

 

 

História de HAS ou PA > 140/90  ou uso de medicação (STS)

 

História familiar D.Coronariana:

Não, Sim

 

 

Qualquer parente consangüíneo de 1o. grau (pais, irmãos ou filhos) com doença coronariana definida (angina,CRVM,

angioplastia), infarto do miocárdio ou morte súbita de causa indefinida antes de 55 anos.

 

Creatinina:

[último valor pré-op]

 

Diálise:

Não, Sim

 

Doença crônica pulmonar:

Não, Sim (ES)

 

 

Sim se necessita de uso crônico de esteróide ou broncodilatador .

 

Doença arterial coronariana:

Não, Sim

 

 

CRVM, angioplastia, angina ou infarto do miocárdio prévio ou lesão coronariana > 50%

 

Indicação:

assintomático, AIT, AVC, sínd. Roubo da subclávia, retirada de tumor carotídeo, Complicações em endopróteses, outra.

 

Etiologia:

aterosclerose, fibrodisplasia, arterites, hiperplasia miointimal, dissecção, pós-radioterapia, outra.

 

3. PROCEDIMENTO

 

Estado do procedimento: Eletiva, urgência, emergência

 

 

Eletiva: paciente estável por dias a semanas antes da cirurgia; procedimento pode ser adiado sem aumento do risco

Urgência: Não é eletivo, não é emergência e deve ser feito na mesma internação para reduzir riscos.

Emergência: deve ser feita em tempo < 12 h ou antes da manhã seguinte

 

É novo procedimento relacionado a primeira intervenção na mesma internação? Não, sim

 

Medicação adjunta:

AAS

Não, sim

Ticlopidina

Não, sim

Clopidogrel

Não, sim

Heparina NF

Não, sim

HBPM

Não, sim

Vasodilatador

Não, sim

 

Lesão tratada

 

Vaso (mapa):

Local: ostial (até 5 mm), não-ostial   

Diâmetro vaso:

Calcificação: Não, sim

Trombo: Não, sim

Ulceração: Não, Sim

Grau de estenose pré (%):

Procedimento:

endarterectomia, bypass, interposição, retirada de tumor carotídeo

Sítio da endarcterectomia:

Lado: D, E, Ambos

Anatomose proximal:

Lado: D, E, Ambos

Anatomose distal:

Lado: D, E, Ambos

         

 

Vaso: tronco braquiocefálico, carótida comum E e D, bulbo carotídeo/carótica comum bifurcação E e D, carótida interna E e D, vertebrais E e D, subclávia E e D.

 

Vaso (mapa):

Local: ostial (até 5 mm), não-ostial   

Diâmetro vaso:

Calcificação: Não, sim

Trombo: Não, sim

Ulceração: Não, Sim

Grau de estenose pré (%):

Procedimento:

endarterectomia, bypass, interposição, retirada de tumor carotídeo

Sítio da endarcterectomia:

Lado: D, E, Ambos

Anatomose proximal:

Lado: D, E, Ambos

Anatomose distal:

Lado: D, E, Ambos

         

 

Vaso: tronco braquiocefálico, carótida comum E e D, bulbo carotídeo/carótica comum bifurcação E e D, carótida interna E e D, vertebrais E e D, subclávia E e D.

 

Endarterectomia:

Anastomose

Não se aplica

Não se aplica

Aorta torácica

Aorta torácica

Subclávia

Subclávia

Artéria inominada

Carótida comum

Carótida

Carótida interna

Vertebral

Axilar

Axilar

Braquial

Braquial

Radial

Outros

Ulnar

 

Renal

 

Outras

 

4. PRÓTESES, ÓRTESES E MATERIAIS ESPECIAIS

 

Acoplado ao campo de procedimento; cada prótese deve conter as informações abaixo, acoplado ao banco de dados da ANVISA

 

Nome do fabricante:

Nome comercial do produto.

No. de Registro na ANVISA / MS.

No. de Lote / Série.

 

5. EVOLUÇÃO HOSPITALAR

 

Sucesso clínico:

Não, sim

 

Complicações relacionadas ao vaso tratado

 

Oclusão aguda:

Não, sim

 

Tratamento da oclusão aguda: clínico, dilatação, cirurgia de emergência, cirurgia eletiva

 

Embolia distal:

Não, sim

 

Acidente vascular cerebral:

Não, Isquêmico, Hemorrágico

 

Síndrome de hiperperfusão: Não, sim

 

Complicações sistêmicas

 

Complicação renal:

Não, Insuficiência renal sem nova necessidade de diálise, Insuficiência renal com nova necessidade de diálise.

 

 

Insuficiência renal: aumento da creatinina > 2 ou 2x a última creatinina ou nova necessidade de diálise.

 

IAM:

Não, Sim com q, Sim sem q

 

Tromboembolismo:

Não, TVP, Embolia pulmonar

 

Infecção em outro sítio:

Não, sim

 

Complicação hematológica:

Não, sangramento excessivo, coagulopatia, CIVD, outra

 

Outra complicação

Não, Sim

 

Dias de internação:

_______ / _______ / _________

 

Condição de alta:

Alta para residência, alta para outro hospital, óbito na sala, óbito na terapia intensiva, óbito na unidade de internação.

REGISTRO BRASILEIRO DE CIRURGIA VASCULAR - D

ANEURISMA DE AORTA

 

1. IDENTIFICAÇÃO

 

Nome: __________________________________________________

Cartão nacional de saúde do paciente: _________________________

AIH: ____________________________________________________

Gênero: _________________________________________________

Data de nascimento: _________ / __________ / _________________

CNES: __________________________________________________

Cartão nacional de saúde do médico: __________________________

CPF do médico: ___________________________________________

CID: ____________________________________________________

CIDs secundários: _________________________________________

Data do procedimento: _____________________________________

Código do procedimento:

 

2. DADOS CLÍNICOS E FATORES DE RISCO

 

Peso (kg): ________________________________________________

Altura (cm) : _____________________________________________

Tabagismo:

Não, Prévio > 1mes, Atual (STS)

 

Diabetes:

Não, Sim (dieta), Sim (HO), Sim (insulina)

 

 

História de DM ou uso de medicação (STS)

 

Hipertensão arterial:

Não, sim

 

 

História de HAS ou PA > 140/90  ou uso de medicação (STS)

 

História familiar D.Coronariana:

Não, Sim

 

 

Qualquer parente consangüíneo de 1o. grau (pais, irmãos ou filhos) com doença coronariana definida (angina,CRVM,

angioplastia), infarto do miocárdio ou morte súbita de causa indefinida antes de 55 anos.

 

Creatinina:

[último valor pré-op]

 

Diálise:

Não, Sim

 

Doença crônica pulmonar:

Não, Sim (ES)

 

 

Sim se necessita de uso crônico de esteróide ou broncodilatador

 

Doença arterial coronariana:

Não, Sim

 

 

CRVM, angioplastia, angina ou infarto do miocárdio prévio ou lesão coronariana > 50%

 

Indicação:

aneurisma assintomático, aneurisma sintomático e aneurisma roto; complicações

em endopróteses, dissecção aguda, dissecção crônica, úlcera, trauma.

 

Etiologia:

aterosclerose, arterites, síndrome de Marfan, sífilis, dissecção, outra.

 

3. PROCEDIMENTO

 

Estado do procedimento: Eletiva, urgência, emergência

 

 

Eletiva: paciente estável por dias a semanas antes da cirurgia; procedimento pode ser adiado sem aumento do risco

Urgência: Não é eletivo, não é emergência e deve ser feito na mesma internação para reduzir riscos.

Emergência: deve ser feita em tempo < 12 h ou antes da manhã seguinte

 

É novo procedimento relacionado a primeira intervenção na mesma internação? Não, sim

 

Medicação adjunta:

AAS

Não, sim

Ticlopidina

Não, sim

Clopidogrel

Não, sim

Heparina NF

Não, sim

HBPM

Não, sim

 

Local: torácico, tóracoabdominal (I a IV), abdominal infra-renal

Diâmetro máximo do aneurisma

Comprometimento ilíaco:

Procedimento: derivação ou ponte, interposição de enxerto

Tipo de enxerto: não se aplica, venoso autólogo, arterial autólogo, Dacron, PTFE, composto (venoso + Dacron), composto (venoso + PTFE), veia homóloga, outro

Anatomose proximal:

Lado: D, E, Ambos, NA

Anatomose distal:

Lado: D, E, Ambos, NA

 

Outros procedimentos associados: ___  +  ___  +  ___

 

Anastomose

Outros procedimentos:

Não se aplica

Amputação a nível dos dedos

Aorta torácica

Amputação transmetatarsiana

Aorta abdominal supra-renal

Amputação transtársica

Aorta abdominal infra-renal

Amputação de Syme

Ilíaca comum

Amputação transtibial

Ilíaca externa

Amputação transfemoral

Femoral comum

Amputação no antebraço

Femoral profunda

Amputação no braço

Femoral superficial

Drenagem torácica unilateral

poplítea acima de joelho

Drenagem torácica bilateral

Poplítea abaixo de joelho

Fasciotomia

Tronco tibio-fibular

Debridamento

Tibial posterior

Simpatectomia lombar

Tibial anterior

Simpatectomia tóraco/cervical

Fibular

Enterectomia com ou sem

Pediosa

Colostomia

Tarsal/plantar

Nefrectomia

Subclávia

Outros

Axilar

 

Braquial

 

Renal

 

Outras

 

 

4. PRÓTESES, ÓRTESES E MATERIAIS ESPECIAIS

 

[Ainda a definir detalhes com ANVISA] definir se enxertos artificiais serão abordados.

 

6. EVOLUÇÃO HOSPITALAR

 

Sucesso clínico:

Não, sim

 

Complicações relacionadas ao vaso tratado

 

Oclusão arterial:

Não, ilíaca interna, subclávia, a. renal,

 

Tratamento da oclusão aguda: clínico, dilatação, cirurgia de emergência, cirurgia eletiva.

 

Embolia distal:

Não, sim

 

Paraplegia:

Não, sim

 

Isquemia membros: Não, sim

 

Infecção:

Não, no sítio da lesão, na anastomose proximal, na anastomose distal, no trajeto do enxerto, em toda a extensão do enxerto.

 

Lesão neurológica do membro: Não, reversível, irreversível

 

Complicações sistêmicas

 

Acidente vascular cerebral: Não, Isquêmico, Hemorrágico

 

Complicação renal:

Não, Insuficiência renal sem nova necessidade de diálise, Insuficiência renal com nova necessidade de diálise.

 

 

Insuficiência renal: aumento da creatinina > 2 ou 2x a última creatinina ou nova necessidade de diálise.

 

IAM:

Não, Sim com q, Sim sem q

 

Tromboembolismo:

Não, TVP, Embolia pulmonar

 

Infecção em outro sítio:

Não, sim

 

Complicação hematológica:

Não, sangramento excessivo, coagulopatia, CIVD, outra

 

Outra complicação

Não, Sim

 

Dias de internação:

________ / _______ / ______

 

Condição de alta:

Alta para residência, alta para outro hospital, óbito na sala, óbito na terapia intensiva, óbito na unidade de internação.

 


REGISTRO BRASILEIRO DE ELETROFISIOLOGIA CARDÍACA

 

1. IDENTIFICAÇÃO

 

Nome: __________________________________________________

Cartão nacional de saúde do paciente: _________________________

AIH: ____________________________________________________

Gênero: _________________________________________________

Data de nascimento: _________ / ___________ / ________________

CNES: __________________________________________________

Cartão nacional de saúde do médico: __________________________

CPF do médico: ___________________________________________

CID: ____________________________________________________

CID secundários: __________________________________________

Data do procedimento: _____________________________________

Código do procedimento: ___________________________________

 

2. DADOS CLÍNICOS E FATORES DE RISCO

 

Peso (kg): ________________________________________________

Altura (cm) : _____________________________________________

 

Doença cardíaca associada:

Não, Sim

 

Infarto antigo:

Não, Sim recente < 90 dias, Sim tardio >= 90 dias

 

Doença coronariana crônica:

Não, sim

 

Doença de Chagas:

Não, sim

 

Displasia Arritmogênica deVentrículoDireito:

Não, sim

 

Miocardipatia hipertrófica:

Não, sim

 

Miocardiopatia dilatada:

Não, sim

 

Outras miocardiopatias:

Não, sim

 

Doença reumática:

Não, sim

 

Outros:

Não, sim

 

Disfunção ventricular esquerda: Não, moderada, grave (ES)

 

 

Moderada se qualitativamente moderada ou FEVE 30-50%

Grave se qualitativamente grave ou FEVE < 30%

 

Classe funcional NYHA:

1 a 4 (STS)

 

Classe funcional da New York Heart Association  (NYHA): representa a classificação funcional global do paciente em relação tanto a insuficiência cardíaca como a  angina. Codifique a mais alta classe que levou ao episódio de hospitalização e/ou intervenção:

 

Classe I = Pacientes com doença cardíaca mas sem limitações resultantes da atividade física. A atividade física habitual não causa fadiga, palpitação, dispnéia ou dor anginosa.

Class II = Pacientes com doença cardíaca resultando em limitação leve da atividade física. Pacientes confortáveis em repouso. A atividade física habitual resulta em fadiga, palpitação, dispnéia ou dor anginosa.

Class III = Pacientes com doença cardíaca resultando em limitação leve da atividade física. Pacientes confortáveis em repouso. A atividade física menor que a habitual resulta em fadiga, palpitação, dispnéia ou dor anginosa.

Class IV = Pacientes com doença cardíaca resultando em incapacidade de realizar qualquer atividade física sem desconforto. Sintomas de insuficiência cardíaca ou de síndrome anginosa podem estar presentes mesmo em repouso. Se qualquer atividade física é realizada, o desconforto aumenta.

 

Indicação:

Anormalidades eletrocardiográficas assintomáticas, palpitações, pré-síncope/síncope, pós-parada cardiorrespiratória, necessidade de parar de usar fármacos, avaliação terapêutica

 

Eletrocardiograma de repouso:

 

Documentação durante sintoma:

a. não foi feita

b. bradicardia

c. bloqueio atrioventricular

d. Reentrada Nodal Atrioventricular

e. Via acessória oculta

f. WPW

g.Múltiplas vias acessória

h. Vias átrio-fasciculares ou nodofasciculares

f. fibrilação atrial

g. flutter atrial

h. taquicardia atrial

i. taquicardia supraventricular não bem definida

j.arritmia ventricular importante sem TV

l. fibrilação ventricular

m.taquicardia QRS largo não bem definido

 

3. PROCEDIMENTO

 

É novo procedimento relacionado a primeira operação na mesma internação? Não, sim

 

Tipo de Mapeamento Eletrofisiológico:

a. Convencional

b. Mapeamento eltroanatômico : Carto / Localisa / RPM/ Outro

c. Ecocardiograma intracardíaco

d. Outros

 

Medicação anestésica:

Alfentanil

Não, sim

Midazolan

Não, sim

Propofol

Não, sim

Curare

Não, sim

Outro

Não, sim

 

Anestesia:

 

a. sem sedação

b. com sedação

c. sedação + tubo orotraqueal

d. sedação + orofaríngeo

 

Drogas no exame:

Adenosina

Não, sim

Isoproterenol

Não, sim

Procainamida

Não, sim

Atropina

Não, sim

Outras

Não, sim

 

Cardioversão elétrica: __ (número realizado: 0,1,2,...)

 

Número de cateteres diagnósticos:

 

Cateter de ablação:

Não, 4/5 mm, 8/10 mm, irrigado, outro

 

Punção femoral venosa:

___

(número realizado: 0,1,2,...)

Punção jugular:

___

(número realizado: 0,1,2,...)

Punção arterial:

___

(número realizado: 0,1,2,...)

Punção transseptal:

___

(número realizado: 0,1,2,...)

Punção pericárdica:

___

(número realizado: 0,1,2,...)

 

4. EVOLUÇÃO HOSPITALAR

 

Resultados terapêuticos:

 

a. ablação realizada com sucesso

b. ablação realizada sem sucesso

c. ablação realizada com sucesso parcial (ex.: ablação de uma via em caso de múltiplas vias; abolição unidirecional de condução; isolamento de alguma(s) veia(s) pulmonar(es)

d. ablação não tentada ou interrompida

 

Complicações relacionadas ao acesso vascular:

Não, menor, maior

 

 

Maior se houver queda da Hb > 5 g/dl, necessidade de intervenção ou transfusão ou hematoma > 5 cm

 

Trombose venosa:

Não, sim

 

Trombose arterial:

Não, sim

 

Pseudoaneurisma:

Não, sim

 

Fístula:

Não, sim

 

Infecção:

Não, sim

 

Complicações relacionadas ao procedimento

 

Parada cardíaca perprocedimento:

Não, Sim.

 

 

Fibrilação ventricular, TV com instabilidade hemodinâmica ou assistolia.

 

Pneumo/hemotórax

Não, Sim

 

Tamponamento cardíaco: Não, sim (observação), sim(drenagem), sim (cirurgia) .

 

 

Fluido no espaço pericárdico comprometendo o enchimento cardíaco documentado ao

ecocardiograma ou por hipotensão por compressão cardíaca.

 

Lesão valvular:

Não, sim

 

Infarto do miocárdio:

Não, Sim com q, Sim sem q

 

Embolia por ruptura de cateter:

Não, sim

 

Embolia periférica:

Não, sim

 

Fístula átrio-esofágica:

Não, sim

 

Bloqueio atrioventricular de alto grau:

Não, sim

 

Complicações sistêmicas

 

Acidente vascular cerebral: Não, Isquêmico, Hemorrágico

 

Reação anafilática:

Não, sim

 

Complicação renal:

Não, Insuficiência renal sem nova necessidade de diálise, Insuficiência renal com nova necessidade de diálise.

 

 

Insuficiência renal: aumento da creatinina > 2 ou 2x a última creatinina ou nova necessidade de diálise.

 

Dias de internação:

_______ / ______ / __________

 

Condição de alta:

Alta para residência, alta para outro hospital, óbito na sala, óbito na terapia intensiva, óbito na unidade de internação.

 

Motivo do óbito:

Cardíaco, Não cardíaco.

 

Infecção:

Não, endocardite, mediastinite, infecção da ferida torácica, infecção da perna, septicemia,

infecção do trato urinário, outra infecção

 

 

Endocardite pós-operatória

Mediastinite: infecção esternal profunda envolvendo músculo, ossos e/ou mediatino requerendo intervenção operatória.

Requer abertura operatória da ferida cirúrgica com os 3 critérios seguintes: 1.excisão do

tecido ou exploração do mediatino; 2.cultura positiva; e 3.tratamento com antibiótico.

Infecção da ferida torácica: infecção envolvendo o local de toracotomia , com uma das 3 condições: 1 abertura da

ferida com excisão do tecido; 2.culturas positivas e 3.tratamento com antibiótico. 

Infecção da perna: envolvendo sítio de excisão venosa, precisando de uma das 3 condições: 1 abertura da ferida

com excisão do tecido; 2.culturas positivas e 3.tratamento com antibiótico. 

Septicemia: requer hemocultura positiva

Infecção do trato urinário: requer urocultura positiva

 

Complicação neurológica:

Não, AVC, isquemia transitória, coma contínuo >= 24h, novo eventos convulsivos no pós-operatório.

 

 

AVC: deficit neurológico central pós-op > 72h

 

Isquemia transitória: reversão < 72h

 

Coma pós-operatório durando >= 24 horas 2o. a encefalopatia anóxica/isquêmica e/ou

metabólica ou a evento tromboembólicoou sangramento cerebral

 

Complicação pulmonar:

Não, ventilação prolongada, embolia pulmonar, pneumonia, quilotórax, lesão de nervo frênico/paralisia diafragmática,

lesão de nervo laríngeo recorrente/paralisia de corda vocal.

 

 

Ventilação prolongada: > 24h pos-op

 

Embolia pulmonar: por cintilografia, TC ou angiograma

 

Pneumonia: cultura positiva do escarro, fluido traqueal ou lavado bronquial e/ou achados clínicos compatíveis com

pneumonia. Pode incluir infiltrado pulmonar na radiografia de tórax.

 

Complicação renal:

Não, Insuficiência renal sem nova necessidade de diálise, Insuficiência renal com nova necessidade de diálise

 

 

Insuficiência renal: aumento da creatinina > 2 ou 2x a última creatinina ou nova necessidade de diálise.

 

Complicação vascular:

Não, dissecção aórtica, dissecção ilíaca/femoral, isquemia aguda do membro.

 

IAM peroperatório:

Não, Sim

 

 

IAM peroperatório < 24h: aumento das enzimas (CKMB) > 5x valor de referência, com ou

sem nova onda q. Se > 24h: um dos seguintes – 1.alteração evolutiva do segmento ST,

2.nova q em duas derivações contíguas, 3.BRE novo ou presumivelmente novo ou 4. CKMB > 3x valor de referência

 

Bloqueio AV:

Não, Sim.

 

 

Qualquer bloqueio AV que necessite de marcapasso definitivo antes da alta.

 

Parada cardíaca:

Não, Sim.

 

 

Fibrilação ventricular, TV com instabilidade hemodinâmica ou assistolia.

 

Tamponamento cardíaco:

Não, Sim.

 

 

Fluido no espaço pericárdico comprometendo o enchimento cardíaco documentado ao

ecocardiograma ou por hipotensão por compressão cardíaca.

 

Fibrilação atrial:

Não, Sim.

 

 

Nova FA ou flutter  iniciado no pos-op necessitando de tratamento. Não inclui

recorrência de FA pré-operatória.

 

Insuficiência de múltiplos órgãos: Não, Sim.

 

 

Comprometimento de dois ou mais órgãos maiores.

 

Complicação gastro-intestinal:

Não, Sangramento GI, pancretatite, colecistite, isquemia mesentérica ou outras.

 

 

Sangramento GI que requer transfusão; pancreatite com lipase e amilase anormais requerendo sonda naso gástrica;

colecistite requerendo colesistectomia ou drenagem; isquemia mesentérica requerendo exploração.

 

Condição de alta:

Alta para residência, alta para outro hospital, óbito na sala cirúrgica, óbito na terapia

intensiva pós-operatória, óbito na unidade de internação.